Dilui-se em vários círculos de agrado
Este que, oferecendo um chapéu novo,
Dá à vista curiosíssima do povo
O aspecto de um reclame vertebrado.
Tem a aparência elipsoidal de um ovo,
Bebe champagne num cíato dourado!
Contra o seu carioquismo requintado
Versos epigramáticos não movo.
A idolatria ideal das moças goza,
Este miniaturesco Rui Barbosa
Que anda fazendo eternamente roda.
Mas, mostrando-se sempre economista,
Prefere à propaganda civilista
A propaganda dos chapéus da moda.