Vinhas trilhando gárrulo a Avenida
Onde Deus manda que todo homem goze,
Quando o fantasma da tuberculose
Pediu-te, em ânsias, o óbolo da Vida!
Recordo agora a nossa despedida
Na Estação do Cobé, — santa nevrose
Que com fios de ferro as almas cose
Principalmente se uma está ferida!
Das tuas dores na procela brava
Não soubeste talvez que eu te estimava!
Mas a amizade oculta não se finda...
Embora oculta, ela subiu, no entanto...
E subiu tanto e subiu tanto e tanto
Que hoje que és morto, — ei-la que sobe ainda!