Quando ela vem, cheirando a nardo santo,
Luminosa coluna no ar se eleva
E o reino demoníaco da treva
Desaparece como por encanto.
Força é que extraordinária ode encomiástica
Melhor que o Pean e o canto das sereias
Celebre suas régias graças, cheias
Dos magníficos dons da força plástica.
E tudo ante ela, envolta em nítido halo,
Como uma subserviente vassalagem
Venha trazer-lhe, à guisa de homenagem,
A alma reconhecida de vassalo.