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1884–1914

O MAR, A ESCADA E O HOMEM

Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos

“Olha agora, mamífero inferior, “À luz da espicurista , “O fracasso de tua geografia “E do teu escafandro esmiuçador!

“Ah! Jamais saberás ser superior, “Homem, a mim, conquanto ainda hoje em dia, “Com a ampla hélice auxiliar com que outrora ia “Voando ao vento o vastíssimo vapor,

“Rasgue a água hórrida a nau árdega e singre-me!” E a verticalidade da Escada íngreme: “Homem, já transpuseste os meus degraus?!” E Augusto, o Hércules, o Homem, aos soluços,

Ouvindo a Escada e o Mar, caiu de bruços No pandemônio aterrador do Caos!

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