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1884–1914

M. L.

Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos

Não tem o ar democrático de acólito. Para integralizar-lhe a imorredoura Glória, faltam-lhe a altura de Zé Moura, E algumas banhas de Manoel Hipólito.

Deixa escapar às vezes, muito digno Na caudalosa fluência da conversa, Alguns períodos bons de prosa tersa Que em meus arquivos ótimos consigno.

E é um gosto vê-lo de óculos, e escura Roupa, julgando com prazer profundo Que é dele que depende, neste mundo, O progresso da estética futura.

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