D’“O Nonevar” no número último, é esta
Germânica e louçã sílfide leve
Que vem fechar com a sua mão de neve
O Calendário rútilo da Festa.
Ah! com certeza, sem que o orgulho a entrone,
Ceres, Vesta, Minerva, Juno e Elêusis
E a corte mitológica dos deuses
São escórias do céu, junto de Ivone.
Tentam da Inveja os ínfimos ofídios
Mordê-la. E em vão! Espera-os o hiante ocaso.
Ivone, adeus! Publius, Óvidius Naso
(Que é o nome inteiro) ou simplesmente: