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1884–1914

DUAS ESTROFES

Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos

A queda do teu lírico arrabil De um sentimento português ignoto Lembra Lisboa, bela como um brinco, Que um dia no ano trágico de mil

E setecentos e cinquenta e cinco, Foi abalada por um terremoto! A água quieta do Tejo te abençoa. Tu representas toda essa Lisboa

De glórias quase sobrenaturais, Apenas com uma diferença triste, Com a diferença que Lisboa existe E tu, amigo, não existes mais!

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