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1884–1914

D. C.

Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos

Há um movimento intrínseco e profundo Na Natureza, para festejá-la; E ela recebe, no âmbito da sala A oblação panegírica do mundo.

Deuses desconhecidos superiores Trazem todos os dias à su’alma Numa conjugação plácida e calma Açafates pleníssimos de flores.

E ela dos deuses áticos, acima Há de ficar, hierática, adorada E para todo sempre perpetuada Na ênea memória póstuma da rima.

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